terça-feira, 8 de março de 2011

medicina ortomolecular


A medicina ortomolecular constitui um ramo da chamada medicina alternativa (sem base científica) no qual se acredita que as doenças são resultado de desequilíbrios químicos. Assim, os tratamentos ortomoleculares buscam a restauração dos níveis de vitaminas e minerais considerados ideais no organismo.

Medicina Ortomolecular é o ramo da ciência cujo objetivo primordial é restabelecer o equilíbrio químico do organismo. Este acerto (orto=certo) das moléculas se dá através do uso de substâncias e elementos naturais, sejam vitaminas, minerais, e/ou aminoácidos. Estes elementos,além de proporcionarem um reequilíbrio bioquímico, combatem os radicais livres.

Mas por que o organismo se desequilibra?

Para entendermos como isto se dá, podemos partir de uma analogia. O organismo é uma máquina que está permanentemente se produzindo. Durante este processo de produção podem surgir falhas, seja na chegada de matéria-prima (vitaminas, minerais, etc.), seja na própria integração de todo e qualquer sistema que compõe a máquina.Estes sistemas devem trabalhar de forma harmoniosa, como uma engrenagem. Estas engrenagens são os sistemas : NEUROENDÓCRINO, PSÍQUICO E IMUNE. Qualquer falha em algum ponto ou mecanismo desta máquina (ser humano) compromete toda a produção (vida), surgindo os defeitos (doença).

Por exemplo: uma pessoa deprimida tem mais chances de apresentar infecções recorrentes, já que uma falha no sistema psíquico leva conseqüentemente a alterações no sistema imune. Outro fator importante na gênese de várias enfermidades, como artrite e câncer, é a formação de radicais livres. Podemos entendê-los da seguinte forma: o organismo utiliza cerca de 98 a 99% do oxigênio que consumimos para produzir energia. A pequena parcela que sobra (1 a 2%) não participa do processo, formando as espécies tóxicas reativas do oxigênio - os radicais livres. Estes correspondem a átomos ou grupos de átomos com um elétron não emparelhado em sua órbita mais externa, sendo, portanto, muito reativos pois para recuperar o equilíbrio precisam 'doar' o elétron desemparelhado. Desta forma, combinam avidamente com as várias estruturas celulares do corpo, o que resulta em destruição e, conseqüentemente, em enfermidades. Entre estas podem ser citadas o câncer, osteoartrite, lúpus, enfisema e doenças cardio vasculares.

O Homem está sendo permanentemente submetido a condições que levam ao excesso de radicais livres como, por exemplo, o estresse, o fumo, a poluição, exposições prolongadas ao sol, entre outras. A Medicina Ortomolecular, através do uso de vitaminas e minerais, objetiva, entre outros, neutralizar os efeitos tóxicos destas espécies reativas, proporcionando uma melhor qualidade de vida.

A Medicina Ortomolecular também trata das deficiências de uma série de nutrientes. Sabe-se, por exemplo, que um fumante gasta 25 mg de vitamina C a cada cigarro que consome. Caso esta pessoa fume um maço por dia, estará perdendo 500 mg desta vitamina diariamente. E, hoje em dia, sabemos os inúmeros benefícios que esta vitamina proporciona, seja no combate a radicais livres, na síntese de hormônios, ou mesmo estimulando o sistema imunológico. Todavia, apesar da medicina ortomolecular ter um sentido curativo, ela também é eminentemente preventiva. Assim, p. ex.,é possívelhttp://www.blogger.com/img/blank.gif tratar uma pessoa com estresse antes que ele evolua para uma hipertensão arterial. Da mesma forma, é possível tratar obesidade antes que ela ocasione diabetes. O mais importante é que com a Medicina Ortomolecular o paciente volta a ser encarado como um todo, um conjunto que deve funcionar em harmonia.http://www.blogger.com/img/blank.gif

Com esta visão global, qualquer tratamento torna-se muito mais vantajoso, pois encontra a origem dos problemas, a verdadeira raiz a partir da qual todo o processo patológico se desenvolve. Ou ,ainda, voltando à analogia, se encontrarmos o defeito exatamente onde ele origina-se na máquina, é muito mais fácil consertá-la antes que o problema atinja toda a produção, que nada mais é do que a própria vida.

É fundamental saber que a Medicina Ortomolecular através dos seus componentes pode ser adquirida em qualquer farmácia tradicional e sem prescrição médica, mais o ideal é que se consulte um médico para não causar hipervitaminose nos organismo.Fonte..http://pt.wikipedia.org/wiki/Medicina_ortomolecular

quinta-feira, 3 de março de 2011

A Química que vicia





Um fumante acende, em média, um cigarro a cada cinqüenta minutos.

Todos já estão cansados de saber que fumar faz mal à saúde. Os males do cigarro não atingem apenas os fumantes. Quem não fuma, mas aspira a fumaça do cigarro,
Os chamados fumantes passivos, também estão sujeitos às conseqüências desta droga. As crianças que convivem com pais fumantes têm maior risco de infecções respiratórias, bronquites, asma, otites e infecções da garganta (amigdalites). Apesar do cigarro conter 4700 substâncias, apenas uma delas causa a dependência: a nicotina. Depois de tragar, ela demora cerca de nove segundos para chegar ao cérebro e desencadear a liberação da dopamina, um neurotransmissor responsável pela sensação de prazer. A compulsão por este prazer, oferecido pela nicotina, obedece um ritmo biológico. Cientistas descobriram que duas substâncias produzidas no cérebro, os neurotransmissores GABA e glutamato, ajudam a manter alto o nível de dopamina, liberada pela ação da nicotina, e o efeito dura cerca de uma hora, justamente o tempo que um fumante leva entre um cigarro e outro.
Ao identificar as substâncias responsáveis pela duração do bem-estar causado pelo cigarro, os pesquisadores têm o alvo certo. Eles podem desenvolver drogas que bloqueiem a ação do GABA e do glutamato. Quando atingido este objetivo, os níveis de dopamina no cérebro cairiam poucos minutos depois da primeira tragada e, assim, a pessoa não teria motivação química para continuar fumando. Por isso, o maior desafio da medicina é desvendar, completamente, os mecanismos de ação da nicotina.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, a nicotina é, depois da morfina, a droga que mais provoca dependência. De cada 100 fumantes, apenas três, ao final de um ano, conseguem abandonar o cigarro.


COMO O CIGARRO AFETA CADA PARTE DE SEU CORPO:

Boca: Inflama a gengiva, escurece os dentes e aumenta o risco de câncer, além de causar mau hálito.
Cérebro: Aumenta o risco de derrame (AVC - Acidente Vascular Cerebral).
Circulação: Aumenta o risco de trombose.
Coração: Aumenta o risco de angina e infarto.
Olhos: Aumenta o risco de catarata.
Aparelho Digestivo: Causa gastrite e úlcera. Aumenta o risco de câncer no estômago, pâncreas e esôfago Bexiga: Aumenta o risco de câncer.
Laringe: Laringite (rouquidão), aumenta o risco de câncer.
Nariz: Reduz o olfato.
Ossos: Aumenta o risco de osteoporose.
Pulmão: Causa tosse, chiado, falta de ar, asma, bronquite, efisema e câncer (infecções das vias respiratórias).
Rins: Causa insuficiência renal.
Pele: Causa rugas prematuras e celulite, e interfere na cicatrização de feridas cirúrgicas.
Sistema Reprodutor: Causa impotência sexual, câncer no colo do útero e complicações na gravidez.
• A gestante fumante tem maior chance de abortar, de ter filho prematuro, de baixo peso e de morte do filho no período perinatal.
• Nas mulheres que usam anticoncepcionais os riscos são ainda maiores.
• Fumar aumenta as complicações pós-operatórias.


FUMAR CAUSA:

Vasoconstrição e redução do fluxo de sangue para os tecidos, lesão do endotélio dos vasos, aumento da agregação plaquetária, aumento da pressão arterial, aumento da freqüência cardiaca, redução do colesterol bom (DHL), redução da liberação do oxigênio para os tecidos (carboxihemoglobina), aumento da acidez do estômago, irritação e inflamação dos olhos, garganta e vias respiratórias, paralisação e destruição dos cílios das vias aéreas, dificultando a eliminação de muco e catarro, aumento da produção de radicais livres que lesam células e aceleração da arteriosclerose.


APÓS O ÚLTIMO CIGARRO...

• Em 20 minutos, a pressão arterial e os batimentos cardíacos retomam ao normal.
• Em 8 horas, os níveis de monóxido de carbono retomam ao normal.
• Em 1 dia, redução do risco de ataque cardíaco.
• Em 3 dias, relaxamento dos brônquios e aumento da capacidade respiratória.
• Em 2 a 12 semanas, melhora da circulação.
• Em 1 a 9 meses, redução da tosse e infecções das vias aéreas, melhora da respiração e limpeza dos pulmões, e melhora da capacidade física.
• Em 1 ano, redução do risco de doença coronariana em 50%.
• Em 10 a 15 anos, o risco de morte por doença coronariana se iguala ao de uma pessoa que nunca fumou.
• Em 15 a 20 anos, o risco de câncer se aproxima do risco de uma pessoa que nunca fumou.


ABANDONAR O VÍCIO

Para abandonar o vício, os fumantes devem beber de 6 a 8 copos d’água entre uma refeição e outra, mesmo sem sede, para desintoxicar o organismo. Sempre que lembrar de colocar um cigarro na boca, substitua-o pelo chá de tansagem ou tirinhas de cenoura crua.