quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Google threatens to quit China

Diálogos escritos nem sempre deixam claro o tom do internauta. Pensando nisso, já está a venda o SarcMark, uma nova pontuação para ser usada a fim de alertar que o interlocutor está sendo sarcástico.

O download da ferramenta custa apenas US$ 1,99 e vem com marcadores de sarcasmo ilimitados. O produto garante que o usuário nunca mais irá perder uma piada por má-interpretação.

POP News

POP News: "A equipe do Google divulgou que os usuários do Google Docs poderão armazenar seus arquivos de modo online através do G-Drive.

Os arquivos que tiverem extensões suportados pelo Docs (como arquivos de texto, planilhas e apresentações), poderão ter no máximo 250 MB. Cada usuário terá 1 GB de espaço livre para armazenar arquivos, que poderá ser extendido por US$ 25 por GB por ano.

Também foi divulgado que espaços comprados através do programa Picasa, para armazenamento de imagens, poderão ser compartilhados para arquivos do Docs e do Gmail.

Uma alternativa na medida para aqueles que não querem mais depender de backups nem de drives"

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Let It be

Você me ensinou a viver

Para que sorrir se não haverá mais graça?

Para que gritar se ninguém vai ouvir?

Como chorar se foi você que me ensinou a sorrir?

Como dizer EU TE AMO se minha voz se perdeu no tempo?

Como te esquecer se estou pensando em você?

Como viver sem você se você faz parte da minha vida?

É bom dizer que sem você estou aprendendo a morrer, mas se você me desse mais uma chance, vale a pena sentir tudo isso por você!!!

domingo, 3 de janeiro de 2010

Diário do Pará ::::

Diário do Pará ::::

CASE-SE COMIGO!

O que representou Avatar na carreira de James Cameron?
Não temos cinema 3D em Belém, mas e daí? Para falar um pouco de como foi a estréia de Avatar em sua versão 3D e o que este filme representou para James Cameron, a coluna de hoje trará um convidado, que na verdade, é um vizinho colunista aqui do lado.

O jornalista paraense Victor Pinto é um cinéfilo veterano, fã de cultura pop, e assina a coluna "Carros", aqui ao lado. Ele esteve em São Paulo durante a estreia de "Avatar" e nos mandou uma resenha para compatilhar conosco o que é ver este filme em sua real tecnologia. Nós assim como você, lisos paraenses, não vimos Avatar em 3D, mas enquanto a tecnologia não vem, vamos conferir o texto do Vitor!

Nós já vimos e demos a nossa opinião aqui.

James Cameron: de rei a deus

O que se podia esperar de alguém que se declarou “Rei do Mundo” após ganhar o recorde de 13 Oscar com apenas um filme (“Titanic”), nos anos 90? O isolamento? A superação? Curtir a vida? Um pouco de cada. O curioso é que este tipo de comportamento também foi criado por James Cameron.

Apenas três filmes conseguiram ganhar 13 Oscars numa noite de premiação: “Ben-Hur” (em 1959), “Titanic” (em 1997) e “O Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei” (em 2003). O diretor do “Ben-Hur”, William Wyler, era mesmo um “operário” da indústria do cinema. Tanto que a infinidade de Oscar não lhe subiu a cabeça e, apenas dois anos após o clássico estrelado por Charlton Heston, lançou “Infâmia”, seguido de “O Colecionador” (1965), “Como Roubar Um Milhão de Dólares” (1966), “Funny Girl – A Garota Genial” (1968) e “A Libertação de L.B. Jones” (1970).

Ou seja, enquanto James Cameron ficou 12 anos sem lançar nada, William Wyler fez cinco filmes no período de 11 anos, depois do recordista “Ben-Hur”. Os tempos realmente eram outros. Já Peter Jackson lançou “King Kong” 2 anos depois de entrar para a história do cinema. Realmente “Jim” Cameron se sentiu o “rei da cocada preta” depois do avassaladoramente açucarado “Titanic”, só saindo de casa para testar novas tecnologias em alguns documentários.

Mas ele também queria se superar. E até um “rei” precisou da ajuda de um súdito para brincar de Deus. James Cameron e Peter Jackson estão juntos no filme “Avatar”, por conta de suas empresas de efeitos especiais, a Digital Domain (fundada por Jim, mas que não o pertence mais) e a Weta (ainda nas mãos de Peter). Cameron também contou com a ajuda de outro “Deus” do cinema de entretenimento e efeitos especiais: George Lucas e sua Industrial Light & Magic.